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Terça-feira, 15 de Maio de 2007

“LE CHIAVI DI CASA”

 

Gianni junta-se a Paolo, o filho de 15 anos que abandonou à nascença. O encontro, conseguido pelo médico de Paolo, foi pensado na esperança de melhorar o problemático rapaz, que apresenta tanto problemas de ordem física, como algum atraso a nível mental. O que as suas deficiências o tornam incompleto, Paolo compensa com a sua doçura e sensibilidade extremas, com o seu espírito alegre, com a sua força de viver…

No entanto, o relacionamento não vai ser fácil, já que eles travam um primeiro conhecimento, que terá de ser alicerçado pelo sentimento de confiança e respeito mútuo. Paolo terá de olhar para Gianni como seu pai. Gianni terá de superar o seu próprio preconceito em relação ao filho, a vergonha, e o comportamento temperamental e inconstante de Paolo.

 

“Um olhar apreensivo, pouco à vontade, como que a desculpar-se perante os outros pelo problema dele.”

 

Gianni leva o filho a uma clínica alemã de ortopedia infantil. A dureza e a exigência dos tratamentos de Paolo que o levam ao cansaço e exaustão conduzem o pai a uma enorme pressão e ao desespero, acabando mesmo por um dia interromper os tratamentos para abraçar o filho.

À medida que se descobrem pai e filho, descobrem também que o amor que os une é mais forte do que todas as adversidades e que as chaves de uma casa são quase sempre as chaves de um coração.

 

“Estás a chorar? Não deves chorar.

 Digo ao Alberto (pai adoptivo)

 que o meu pai chora.”

     (Paolo)

publicado por Dreamfinder às 17:09

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